Sobre
Mais de duas décadas olhando para pistas de dança.
Comecei como assistente numa agência de DJs que fazia festas de casamento. Dali, passei a atuar como DJ em casamentos e aniversários — e foi ainda nessa fase, numa festa com 150 convidados num espaço grande demais para o tanto de gente que tinha vindo, que aconteceu o momento que mudou como eu enxergo esse trabalho. Sabe aquela sensação de que alguma coisa não vai funcionar?
Foi aí que eu comecei a perceber que a música era só parte da conta. O espaço também importava. E as pessoas, mais ainda: quem tinha vindo, de onde, com quem, o que compartilhavam e quanto espaço tinham para se encontrar.
Não foi de uma festa para a outra. Foi entendendo, ao longo dos anos, o que realmente fazia diferença numa pista, que o meu jeito de me preparar foi ganhando a forma que tem hoje.
Hoje, depois de mais de 1.500 casamentos, continuo fazendo isso no Brasil e em destination weddings. Cada festa é diferente porque as pessoas são diferentes — e talvez seja justamente isso que ainda me faça gostar tanto desse trabalho.

No que eu acredito
A festa precisa ter a cara de quem está nela. Meu gosto pessoal não vem antes do gosto do casal, e nenhuma decisão acontece isolada de tudo que está acontecendo ao redor.
Como eu trabalho
Eu chego preparado, mas não com a festa pronta. Conheço referências, entendo o que importa para o casal e deixo espaço para a noite mostrar o caminho.
Onde eu toco
Brasil e destination weddings. Trabalho com uma agenda limitada por data porque cada casamento começa muito antes do momento em que eu entro na cabine.

Quero que vocês cheguem no dia sabendo que alguém já conhece aquelas pessoas.
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